Tour de France em Números

Eventos esportivos sempre tem dados interessantes. Foge do tema mobilidade por bicicletas, mas pra quem gosta de bicicleta vale a pena conhecer alguns dados interessantes do Tour de France, maior prova do ciclismo internacional. Confira abaixo o infográfico com dados históricos que o pessoal do Um só Lugar levantou.

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Pesquisa Participantes Grupos de Pedal da RMRJ

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Em junho, apresentamos os resultados da primeira parte da Pesquisa Grupos de Pedal da RMRJ, inspirada na pesquisa da Ciclocidade de 2016, onde falamos sobre os Grupos de Pedal. Agora, apresentamos os resultados da segunda fase, com os participantes desses grupos de pedal.

Alguns destaques interessantes dentre as respostas da pesquisa:
38,8% usam Mountain Bikes nos pedais em grupo.
68.2% dos participantes do Grupos de Pedal, também utilizam a bicicleta como meio de transporte.
44% Utilizam a bicicleta como meio de transportes diariamente.
53.4% utilizam a bicicleta como meio de transporte a menos de 5 anos
34.3% utilizam a bicicleta como meio de transporte, por ser mais rápido e prático (motivação com maior percentual)
30.2% utilizam a bicicleta como meio de transporte em combinação com outro modal.
35.4% consideram que o maior problema encontrado é a falta de respeito dos condutores de motorizados.
28.6% indicam que mais segurança no trânsito os faria pedalar mais.

Alguns dos resultados batem com os encontrados para o Rio na pesquisa Perfil do Ciclista 2015, onde:
42,5% dos entrevistados usam a bicicleta a menos de cinco anos, indicando que o uso do modal duplicou no período.
38.2% utilizam a bicicleta como meio de transporte por ser mais rápida e prática.
34.8% utilizam a bicicleta como meio de transporte em combinação com outro modal.

Conheça o resultado completo da pesquisa, clicando aqui.

Connected Smart Cities – Cidades do Futuro

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O Connected Smart Cities é um evento anual que ocorre desde 2015 e que tem como finalidade explorar o conceito de cidades inteligentes e conectadas em um encontro unindo representantes do poder público de diversas esferas, técnicos, empresas de tecnologia de ponta, especialistas de diversas áreas, além de pessoas e entidades engajadas com a otimização das cidades do Brasil, inspirados em soluções já executadas em cidades de todo o mundo.

Dentre as áreas abordadas no evento, tendo a tecnologia e a inovação como ponto central, estão o urbanismo e a sustentabilidade em primeiro lugar, mobilidade urbana e acessibilidade, conectividade (big data, redes inteligentes, etc.), empreendedorismo e resiliência.

No campo da mobilidade urbana, o evento busca explorar e dissecar as soluções relacionadas às políticas públicas de integração dos meios de transporte, transporte público, pedestres, infraestrutura cicloviária, gestão de tráfego e toda forma de mobilidade urbana como serviço serviço da cidade.

Nesta edição de 2017, além de contar com painéis e workshops com a participação de nomes relevantes da indústria de tecnologia, da academia e de governos, é responsável pela criação de um ranking que avalia as cidades brasileiras, indicando quais as que mais aplicam as melhores soluções em sustentabilidade, mobilidade urbana e políticas públicas inteligentes e inclusivas voltadas para as pessoas e também pela premiação das cidades mais bem colocadas.

Tendo a bicicleta um papel fundamental nas cidades inteligentes, por sua aplicação múltipla em soluções relacionadas à mobilidade urbana como meio ambiente, saúde, economia e integração social, certamente a bicicleta não poderia ter ficado de fora, e foram discutidas políticas públicas e soluções tecnológicas já aplicadas e que vêm sendo replicadas dentro e fora do Brasil.

A Transporte Ativo esteve presente em um painel juntamente com Tomas Martins, CEO da TemBici, apresentando o conceito de bicicletas compartilhadas e sistemas de bicicletas públicas e suas diversas aplicações e impactos nas cidades, discutindo experiências de outras cidades do mundo e o futuro desses sistemas.

Trazer a bicicleta para um público que é constituído por agentes que estão na linha de frente do que é pensado e aplicado efetivamente para as cidades, tanto através da indústria e do mercado, quanto do governo, é fundamental para que tenhamos garantido o lugar da bicicleta nas cidades inteligentes e conectadas do futuro.